Trabalha, resolve, cuida, mantém tudo de pé. Mas por dentro, vive perto do limite.
Virou mãe dos seus pais. Mãe do seu marido. Mãe das suas amigas. Em algum momento, sem perceber, deixou de ser filha, esposa, amiga — e passou a ser só a que resolve.
Diz sim pro outro e não pra você. Se cobra além do que pode. Sabe que pode mais, mas não consegue colocar em palavras o que está te travando.
Isso não é falta de disciplina.
Não é fraqueza.
Não é "ser assim mesmo".
01 · Sessões 1 a 6
Você identifica a voz que comanda as suas decisões e descobre o que é inegociável pra você funcionar.
02 · Sessões 7 a 11
Você olha pra sua família, reconhece os padrões que se repetem em gerações e entende quais papéis não são mais seus.
03 · Sessões 12 a 13
Você monta um plano de futuro com base em quem você é, não em quem mandaram você ser.

São poucas porque eu acompanho cada mulher de perto. Por isso, tudo começa por uma aplicação.
Daqui a 4 meses, você pode estar exatamente onde está hoje. Sustentando todo mundo, atravessando a porta de casa com peso no olhar, se perguntando baixinho se é assim mesmo que vai ser pra sempre.
Ou você pode estar do outro lado. Sabendo de onde vieram os seus padrões, decidindo por você, sendo a mulher que a sua filha vai olhar amanhã pra entender que dá pra ser diferente.
Apenas 4 vagas · por aplicação

Você preenche o formulário aqui. Eu leio cada candidatura e, se fizer sentido, te chamo pra uma conversa comigo antes de você entrar na turma.
Como são só 4 vagas, eu escolho pessoalmente. Depois que eu leio a sua aplicação, você recebe um retorno direto.
São ao vivo, conduzidos por mim, em turma fechada de até 4 mulheres, ao longo de 4 meses.
A maioria mexe no que você faz. Eu vou onde o problema mora: no padrão herdado que dirige as suas decisões há anos. É um trabalho sistêmico, de perto, em grupo pequeno.
A gente vê isso junto, na nossa conversa. Eu prefiro te ouvir antes de falar de qualquer valor.
Fale com a minha equipe antes de aplicar, se precisar.